peter

tranquilo e calmo.
devagar.
lento.
lerdo.

chega sem saber,
anda sem perceber.
no fundo, um ar.
um sopro.

um riso de canto,
um música no susurro.

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vermelho

ficou o cheiro,
o aperto do abraço,
o timbre da voz
ecoando na minha mente.

ficou a lembrança,
voltou a saudade.

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jogo do impossível

num canto da memória uma lembrança de algo bom,
mas um vão no motivo da ausência.
racionalmente, uma sensação de medo infantil,
uma recordação de não saber como crescer
e de como enfrentar essa - simples e natural - etapa.

e um dia, quando do nada a ideia vem,
a busca acontece, o a fala acontece,
os caminhos cruzam...
impossível.
já não está mais aqui.

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flambado

eu desaprendi.
me prendi no que era certo e previsível.
e quando o incerto vem,
a avalanche, do nada e sem rumo,
sem sentido...

e eu sinto demais.
sinto com tudo. sinto sem medidas
e sem freios.
de vez. de cabeça.
e com medo de dar com a cara no chão.

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da mesa não-posta

é uma coisa puramente de energia.
 antes de qualquer coisa, uma energia.
tanto é que, sem sentir essa energia,
é dúvida.
parece não ser, da medo de não existir.

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doce de leite

enquanto a mente cria o rio,
o janeiro, o artista,
o super herói,

 a vida, na real,
te bota de frente
com o inimaginável e o
estanho.

- estranho, como os sapatos,
que ela ama -

de um jeito e de traços
que ela talvez não seguisse,
mas com algo indefinido
e impreciso,
que atingiu o ponto certo,
do jeito certo.

na contagem, um.
mês.
quanto tempo pra saber,
desde a última
desventura?

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lado e não

é o que sinto na sua ausência e na sua presença que  intriga.
a mão fria, a angústia, a borboleta no estômago,
tudo isso eu sinto só.
com você é calmaria, é serenidade, é certeza.
mesmo quando distante, ao meu lado.

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