Mais uma tentativa...

No meu momento difícil, no meu momento frágil, onde nem uma palavra me confortava e nenhuma piada me animava, sem querer achei esse texto:
Quando me amei de verdade [Parte 1]
"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar certo, no momento exato.
E, então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome: auto-estima.
Pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. Hoje sei que isso é ser autêntico.
Parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de amadurecimento.
Comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é respeito.
Comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável: pessoas, tarefas, crenças, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje sei que se chama amor-próprio.
Deixei de temer meu tempo livre, desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje sei que isso é saber viver a vida intensamente.
Desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muito menos vezes. Hoje descobri a humildade.
Desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez, plenamente.
Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
'Assim que você pensar que sabe como são realmente as coisas, descubra outra maneira de olhar para elas' –"
(Do filme "Sociedade dos Poetas Mortos")