"Penso, dispenso explicações (...) Impossível entender minha tristeza Já desisti não existe porquê Sou apenas mais um alegre deprê" (Seria o Rolex? - Móveis Coloniais de Acajú)
"Escrevo. E pronto. Escrevo porque preciso, preciso porque estou tonto. Ninguém tem nada com isso. Escrevo porque amanhece, E as estrelas lá no céu Lembram letras no papel, Quando o poema me anoitece. A aranha tece teias. O peixe beija e morde o que vê. Eu escrevo apenas. Tem que ter por quê?”