Vou cantar Assim Um Si Pra ti. E um Sol, Que tal? Um Fá? Fatal... Quero um Mi Pra mim Pra eu tocar de lá Um Lá pra ti É, um Ré.. E um Dó, no fim Pra que, enfim Eu cante assim Um Si Pra ti...
"Escrevo. E pronto. Escrevo porque preciso, preciso porque estou tonto. Ninguém tem nada com isso. Escrevo porque amanhece, E as estrelas lá no céu Lembram letras no papel, Quando o poema me anoitece. A aranha tece teias. O peixe beija e morde o que vê. Eu escrevo apenas. Tem que ter por quê?”