" (...) ela o conheceu naquela noite vazia, mas foi por alguns minutos. nunca mais se viram! ficou apenas a lembrança de um sorriso que ela só viu uma vez, de um olhar que ela nem pode notar a cor e de um beijo que ela não pôde sentir (...) "
"Escrevo. E pronto. Escrevo porque preciso, preciso porque estou tonto. Ninguém tem nada com isso. Escrevo porque amanhece, E as estrelas lá no céu Lembram letras no papel, Quando o poema me anoitece. A aranha tece teias. O peixe beija e morde o que vê. Eu escrevo apenas. Tem que ter por quê?”