Noticiário Injusto

Para alguns, professor. Para outros, artista.
Para mim, um mestre. Um gênio.
Ele que me mostrou um pedaço de mim, que me iniciou numa mas minhas grandes paixões.
Sempre gostei, sempre admirei, sempre amei...

Custei a acreditar no que me diziam ao telefone. Custei a acreditar na notícia que se espalhava pela cidade. Quem pode ter sido capaz de tamanha crueldade? E por qual motivo fizera isso?

Ele era diferente. Sua inteligência invejava a muitos e suas opções incomodavam alguns. Mas sua magnitude era tamanha que para o mundo, ele simplesmente era. Era o artista plástico, o professor, o ator... o homem. Ou .. É!

Como eu disse no e-mail para a minha turma do colegial:
"...Mas é que isso realmente mexeu comigo e eu queria compartilhar com aqueles que compartilharam comigo bons momentos ao lado dele."

Jamais vou esquecer do seu jeito rigoroso de cobrar os trabalhos em sala de aula. As broncas nos ensaios da peças em que ele me dirigia. Dos apláusos que abraços que nos dava na coxia depois no sucesso nos palcos (sucesso dele, que nos dirigiu ao sucesso). Dos encontros no shopping, sempre com o seu ar despojado, a bermuda, o chinelo e carteira na mão.

Sou admiradora, fã, tiete, apaixonada, encantada... sim! Sempre fui...







Para quem quer saber, notícia no site do Jornal Feira Hoje.

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