aquele em que ela precisa voltar a ser poética e cheia de entrelinhas

sempre tem o medo...
aí respira fundo e tenta não se entregar
mas basta pouco, bem pouco, pra inundar
e quase não poder mais respirar.
e é tão pouco, tão vago, tão solto.
na verdade, ainda não é nada.
nada além de letras e poucas vozes.
mas ai toca, olha...
entre pontuações, muitas entrelinhas
que nem dá pra saber o que realmente é.
sunday...

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