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milk - a voz da igualdade

“Milk - A Voz da Igualdade” levou o Oscar de melhor Ator pela atuação de Sean Penn interpretando um ativista gay e primeiro homossexual a ocupar um cargo político nos EUA.

não sei por que cargas d'água demorei tanto com esse dvd guardado sem assistir.
mas acho que foi num momento oportuno.

acho todos esse pseudo-gays, essas meninas de hoje em dia que adoros dizer que são lésbicas, esses jovens em busca de atenção e modismo, fingindo ser O descolado que pega pessoas do mesmo sexo, deveriam assistir. homossexualidade não é brincadeira.

toda escolha carrega junto uma grande responsabilidade. pensem nisso.


Adendo:
Marco Ribeiro, dublador oficial de Sean Penn (e também pastor evangélico), se negou a dublar Sean em “Milk” alegando que não se sentiria a vontade com o filme.

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Entre Padres e Michael Jackson

Sobre tudo isso de pedofilia e padres e essa declaração do Cardeal Tarcísio Bertoni, digo:

* Pedofilia é crime e deve ser recriminada não importa por quem tenha sido cometida.
* Existem homens e mulheres pedófilos, que pegam meninos e meninas. Ou seja, não se trata de homossexualidade, mas de PEDOFILIA, transtorno, problema psicológico e crime.
* Feio sim um padre, representante religioso, representante da moral e dos bons costumes, ser pedófilo. Mas é ser humano e suscetível a essas coisas.
* Acho correto quando um padre, do qual não me recordo o nome, diz que não é porque um presidente comete a pedofilia que o país inteiro é pedófilo, da mesma forma que alguns padres são pedófilos e não toda a igreja.
* Não acho que culpa é do celibato. Apesar de não ser católica, acho que deve ter sim um sentido por tras da vocação ao celibato e tal e coisa. E também acho coisa de limitado justificar a pedofilia do padre no homossexualismo (como fez o Cardeal que eu cite lá em cima).

Enfim... deixa a Igreja ai, com seu celibato. Deixa os homossexuais não-pedófilos fora disso (pois tem homossexual pedófilo, assim como tem hetossexual pedófilo).

Aqui, o link para um comentário sobre o assunto, que eu também acho pertinente. Por Ricardo Líper, para o blog Poética Pragmática.

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Teoria

Primeiro post do ano e eu venho propor uma teoria.
Não sei se já falaram sobre isso, mas alguns fatos me fizeram refletir e chegar a uma possível conclusão.

Acredito que quando alguém se apaixona de verdade, essa paixão nunca se acaba. O relacionamento acaba ou até mesmo nem acontece, mas a paixão fica lá.
Você muda de paixão, mas a paixão antiga não muda. E essa nova, se for tembém verdadeira, não se acaba.
O mundo, a vida, as pessoas, faz com que você a guarde, quando ele não pode ser vivida. Mas ela ainda existe. Ai acontece um reencontro, e o sentimento mostra que ainda está lá.
Não é dificil lidar com essa muitas paixões. As vezes ela se transforma em ódios, mas ainda é paixão. As vezes vira amizade, mas mesmo assim não deixa de ser paixão.

Curioso..isso faz muito sentido pra mim.

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absurdo

Acho sim um absurdo uma profissional da área de psicologia dar entrevistas e se pronunciar de forma tão preconceituosa e ainda achar correto isso.

"Aceitar as diferenças e entender as variações da sexualidade são traços comuns das sociedades contemporâneas civilizadas. A psicóloga Rozângela Alves Justino, 50, faz exatamente o contrário. Formada em 1981 pelo Centro Universitário Celso Lisboa, do Rio de Janeiro, com especialização em psicologia clínica e escolar, ela considera a homossexualidade um transtorno para o qual oferece terapia de cura. Na semana passada, foi censurada publicamente pelo Conselho Federal de Psicologia (formado, segundo ela, por muitos homossexuais "deliberando em causa própria") e impedida de aceitar pacientes em busca do "tratamento" . Solteira, dedicada à profissão e fiel da Igreja Batista, Rozângela diz que ouviu um chamado divino num disco de Chico Buarque e compara a militância homossexual ao nazismo. Só se deixa fotografar disfarçada, por se sentir ameaçada, e faz uma defesa veemente de suas opiniões."

Fiquei chocada com a entrevista. Enquanto o mundo está mudando e aceitando as diferenças, vem essa louca e diz absurdos como:

"Estar homossexual é um estado. As pessoas são mulheres, são homens, e algumas estão homossexuais. (...) A homossexualidade é algo que pode passar (...) Essas pessoas que estão homossexuais estão ligadas a todo um poder nazista de controle mundial."


Leiam a matéria completa no blog de Luh Ferraz.
E leiam também a carta escrita por Jean Wyllys, em resposta a essa psicóloga.

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